terça-feira, 5 de junho de 2018

Nota sobre a reunião do Secretariado de Pastoral do Regional NE-2 da CNBB – 15/05/2018

Na última terça-feira, dia 15 de maio, na sede do Regional NE 2 da CNBB, aconteceu a primeira reunião ordinária conjunta do Conselho Episcopal de Pastoral (CEP) e dos Coordenadores Diocesanos de Pastoral (CDP) deste ano de 2018. Em um clima de bastante comunhão eclesial, os membros do secretariado discutiram uma extensa pauta de avaliação e prospectivas.
Entre os assuntos houve a partilha dos resultados da 56ª Assembleia Geral da CNBB e o parecer de nossos bispos sobre o novo documento que viabiliza a Formação Presbiteral numa época de crise pastoral e de urgência missionária. Nesta perspectiva, discutimos sobre as iniciativas de acolher os migrantes da Venezuela no Regional a partir da Pastoral dos Migrantes ou de outras ações com o mesmo fim. A Assembleia de Pastoral do Regional, que ocorrerá entre os dias 16 e 19 de outubro já se encontra em organização, bem como o Mutirão de Comunicação que acontecerá em Caruaru entre os dias 19 e 21 de outubro.
O presidente do Regional e Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, apresentou alguns caminhos de preparação para o Congresso Eucarístico Nacional que acontecerá em Recife no ano de 2022 e como a Arquidiocese, junto ao Regional, está se mobilizando. Também foi avaliada de forma extremamente positiva a confecção dos livros da Campanha da Fraternidade e as Novenas de Natal através de equipes deste mesmo Regional. Os bispos motivam para que haja, em todo o Regional, uma plena adesão a este material que tem nosso rosto e nossa linguagem. As entradas financeiras que provêm da venda destes materiais, entre outras boas ações, estão possibilitando a total restauração do Auditório do próprio Regional, o que será bastante oportuno para a vida formativa de nossas Pastorais e Igrejas Particulares.
Que o Bom Deus continue derramando bênçãos sobre todos nós, de modo especial, sobre as Dioceses de Garanhuns, Nazaré e Pesqueira que celebram seu centenário em Agosto próximo!

Pe. Pedro Igor Leite
Coord. Diocesano de Pastoral – Garanhuns-PE

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Homilia do Papa na Missa do Galo

Homilia
Primeira Missa do Galo celebrada pelo Papa Francisco
Terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Rádio Vaticano
1. «O povo que andava nas trevas viu uma grande luz» (Is 9, 1).
Esta profecia de Isaías não cessa de nos comover, especialmente quando a ouvimos na liturgia da Noite de Natal. E não se trata apenas dum facto emotivo, sentimental; comove-nos, porque exprime a realidade profunda daquilo que somos: somos povo em caminho, e ao nosso redor – mas também dentro de nós – há trevas e luz. E nesta noite, enquanto o espírito das trevas envolve o mundo, renova-se o acontecimento que sempre nos maravilha e surpreende: o povo em caminho vê uma grande luz. Uma luz que nos faz reflectir sobre este mistério: o mistério do andar e do ver.
Andar. Este verbo faz-nos pensar no curso da história, naquele longo caminho que é a história da salvação, com início em Abraão, nosso pai na fé, que um dia o Senhor chamou convidando-o a partir, a sair do seu país para a terra que Ele lhe havia de indicar. Desde então, a nossa identidade de crentes é a de pessoas peregrinas para a terra prometida. Esta história é sempre acompanhada pelo Senhor! Ele é sempre fiel ao seu pacto e às suas promessas. «Deus é luz, e n’Ele não há nenhuma espécie de trevas» (1 Jo 1, 5). Diversamente, do lado do povo, alternam-se momentos de luz e de escuridão, fidelidade e infidelidade, obediência e rebelião; momentos de povo peregrino e de povo errante.
E, na nossa historia pessoal, também se alternam momentos luminosos e escuros, luzes e sombras. Se amamos a Deus e aos irmãos, andamos na luz; mas, se o nosso coração se fecha, se prevalece em nós o orgulho, a mentira, a busca do próprio interesse, então calam as trevas dentro de nós e ao nosso redor. «Aquele que tem ódio ao seu irmão – escreve o apóstolo João – está nas trevas e nas trevas caminha, sem saber para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos» (1 Jo 2, 11).
2. Nesta noite, como um facho de luz claríssima, ressoa o anúncio do Apóstolo: «Manifestou-se a graça de Deus, que traz a salvação para todos os homens» (Tt 2, 11).
A graça que se manifestou no mundo é Jesus, nascido da Virgem Maria, verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Entrou na nossa história, partilhou o nosso caminho. Veio para nos libertar das trevas e nos dar a luz. N’Ele manifestou-se a graça, a misericórdia, a ternura do Pai: Jesus é o Amor feito carne. Não se trata apenas dum mestre de sabedoria, nem dum ideal para o qual tendemos e do qual sabemos estar inexoravelmente distantes, mas é o sentido da vida e da história que pôs a sua tenda no meio de nós.
3. Os pastores foram os primeiros a ver esta «tenda», a receber o anúncio do nascimento de Jesus. Foram os primeiros, porque estavam entre os últimos, os marginalizados. E foram os primeiros porque velavam durante a noite, guardando o seu rebanho. Com eles, detemo-nos diante do Menino, detemo-nos em silêncio. Com eles, agradecemos ao Pai do Céu por nos ter dado Jesus e, com eles, deixamos subir do fundo do coração o nosso louvor pela sua fidelidade:
Nós Vos bendizemos, Senhor Deus Altíssimo, que Vos humilhastes por nós. Sois imenso, e fizestes-Vos pequenino; sois rico, e fizestes-Vos pobre; sois omnipotente, e fizestes-Vos frágil.

Nesta Noite, partilhamos a alegria do Evangelho: Deus ama-nos; e ama-nos tanto que nos deu o seu Filho como nosso irmão, como luz nas nossas trevas. O Senhor repete-nos: «Não temais» (Lc 2, 10). E vo-lo repito também eu: Não temais! O nosso Pai é paciente, ama-nos, dá-nos Jesus para nos guiar no caminho para a terra prometida. Ele é a luz que ilumina as trevas. Ele é a nossa paz. Amen.

Deus conosco

O centro da vida e da liturgia cristã é a Páscoa! E é justamente nessa luz da ressurreição que entendemos a celebração do Natal! Aquele que veio para nos dar a vida para nos salvar é o Deus conosco, que nasceu de Maria Virgem, em Belém.
Portanto, o berço, a "manjedoura" está na sombra da cruz e do sacrifício, mas também à luz da Ressurreição. O mistério da Encarnação do Filho de Deus está escondido no mistério da Páscoa. Os sinais da luz que brilha no meio das trevas estão presentes nessas celebrações.
Cada festa tem suas repercussões populares e culturais diferentes. Em muitas culturas, a Véspera de Natal é um ambiente familiar único: presépio, músicas natalinas, comida tradicional, Missa do Galo à meia-noite e um céu estrelado. Natal sempre será tempo para a família e os amigos – a presença física com as pessoas que mais amamos. Mesmo os que não creem em Cristo, de uma forma ou outra, são contagiados pelo clima natalino que chama à gratuidade, generosidade, fraternidade. Porém, para os cristãos o sentido último do Natal iremos encontrar no ápice do ano litúrgico, que é o Tríduo Pascal, a festa das festas.
E foi a luz do mistério pascal celebrado pelos primeiros cristãos que deu origem a outras festas, incluindo a Natividade de Jesus. Pode-se dizer que o mistério da Encarnação de Jesus em Belém estava escondido desde o começo do mistério da Páscoa. Assim foi também a redação dos evangelhos.
Hoje é Natal, uma grande festa para todos os cristãos! Mas o Natal não tem um significado religioso somente para os cristãos. A imagem de Maria, José e o Menino, que envolve o imaginário de cada homem, faz surgir muitos pensamentos sobre as questões fundamentais da vida e do destino da pessoa, ou seja, o significado de sua vida. O que impressiona, além do sentido religioso do Natal, é o sentimento associado a ele: a santidade da família e a felicidade que ela deve trazer. Cristo, que no Natal se faz pequeno para viver entre os homens e as mulheres, nos ensina cada vez mais a pobreza e o despojamento de um Deus que assume a nossa natureza humana. Que seus braços abertos nos inspirem o acolhimento mútuo para vivermos em unidade com o Redentor, e sermos, assim, a imagem viva e a presença marcante do Menino Jesus entre os nossos irmãos.
No Natal contemplamos o grande mistério de Deus que se faz homem no seio da Virgem Maria. Ele nasce em Belém para partilhar a nossa frágil condição humana. Vem entre nós e traz a salvação ao mundo inteiro. A sua missão será reunir os homens e os povos na única família dos filhos de Deus. É a proximidade de Deus que somos convidados a anunciar com alegria aos povos. Ao homem, que com o pecado tinha se afastado do Criador, é agora oferecido em Cristo o dom de uma nova e mais plena comunhão com Ele. O Natal reacende no coração dos homens e mulheres a esperança, enquanto se voltam a abrir para a humanidade as portas do paraíso.
É Natal! Fazemos memória do nascimento de Jesus Cristo! Já brilha para nós o Sol nascente que ilumina os que jazem nas trevas e na sombra da morte e guia nossos passos no caminho da paz (cf. Lc 1,78-79).
Que a luz do Cristo presente entre nós, descortinando os desígnios divinos para a humanidade, resplandeça em nossos corações para que sejamos anunciadores de um mundo novo onde a justiça, a paz, a fraternidade e a caridade superem as trevas da violência, do egoísmo e da indiferença.
Seja este tempo um renovar de esperanças e de concretizar ideais em sua vida e no âmbito de seus relacionamentos e atuação, para que a luz do Sol nascente perdure ao longo do novo ano que se aproxima.
Feliz e abençoado Natal a todos! O Redentor veio habitar entre nós!

Dom Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

"A paz é um compromisso de todos os dias", afirma o papa em sua mensagem de Natal

O papa Francisco divulgou hoje, 25 de dezembro, a mensagem “Urbi et Orbi”, às milhares de pessoas que estavam na Praça de São Pedro. Desejou um Feliz Natal a todos e lembrou que este é um momento de “dar glória a Deus, porque Ele é bom, é fiel e misericordioso”.
Em sua mensagem, Francisco falou sobre a paz. “A paz é um compromisso de todos os dias, que se realiza a partir do dom de Deus, da graça que Ele nos deu em Jesus Cristo”, afirmou. Francisco lembrou as crianças vítimas das guerras, os idosos, as mulheres que são maltratadas e os doentes.
Recordou que muitas vidas foram dilaceradas no conflito na Síria, fomentando ódio e vingança. “Continuemos a pedir ao Senhor que poupe novos sofrimentos ao amado povo sírio, e as partes em conflito ponham fim a toda violência e assegurem o acesso à ajuda humanitária”, disse.
Francisco lembrou, ainda, a situação da República Centro-Africana. Segundo ele, “frequentemente esquecida pelos homens e marcada por uma espiral de violência e miséria onde muitas pessoas estão sem casa, água e comida, sem o mínimo para viver”.  Pediu “concórdia no jovem Estado do Sudão do sul e na Nigéria, países onde a convivência pacífica tem sido ameaçada por ataques que não poupam inocentes nem indefesos”.
Dedicou seus pensamentos aos deslocados e refugiados do Chifre da África e do leste da República Democrática do Congo. “Fazei que os emigrantes em busca de uma vida digna encontrem acolhimento e ajuda e que nunca mais aconteçam tragédias como aquela a que assistimos este ano, com numerosos mortos em Lampedusa”, ressaltou.
Outro assunto abordado pelo papa Francisco, em sua mensagem, foi sobre o tráfico humano, tema da próxima Campanha da Fraternidade promovida pela CNBB. “Tocai o coração de todos os que estão envolvidos no tráfico de seres humanos, para que se deem conta da gravidade deste crime contra a humanidade. Voltai o vosso olhar para as inúmeras crianças que são raptadas, feridas e mortas nos conflitos armados e para quantas são transformadas em soldados, privadas da sua infância”.
O papa lembrou também do Oriente Médio e clamou por “um desfecho feliz das negociações de paz entre israelenses e palestinos e pela cura das chagas do amado Iraque, ferido ainda frequentemente por atentados”.
Sobre a situação nas Filipinas, Francisco chamou a atenção para a “ganância e a ambição dos homens” e pediu proteção para as vítimas de calamidades naturais, “especialmente o querido povo filipino, gravemente atingido pelo recente tufão”.
“Deixemos que o nosso coração se comova, se incendeie com a ternura de Deus; precisamos das suas carícias. Deus é grande no amor; Deus é paz: peçamos-Lhe que nos ajude a construí-la cada dia na nossa vida, nas nossas famílias, nas nossas cidades e nações, no mundo inteiro. Deixemo-nos comover pela bondade de Deus”, acrescentou.
Ao final, fez votos de Feliz Natal aos fieis e invocou os dons natalícios “da alegria e da paz para todos: crianças e idosos, jovens e famílias, pobres e marginalizados”

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Como Jesus salvou a humanidade?

Nos seus “Sermões sobre o Natal e a Epifania”, São Leão Magno, Papa e doutor da Igreja (440-461): “Gloriava-se o demônio porque o homem, enganado por seu ardil, estava privado dos dons divi­nos e, despojado da imortalidade, encontrava-se sujeito a uma dura sentença de morte; assim, tendo um companheiro de pre­varicação, encontrava algum alívio em seus males (…).”
“Cristo nasceu de uma virgem para “ocultar ao demônio que a salvação nascera para os homens, a fim de que, ignorando a geração espiritual, não julgasse que havia nascido de modo diferente aquele que via semelhante aos outros. Notando que Sua natureza era igual a de todos, supunha que Sua origem fosse a mesma; e não percebeu que estava livre dos laços do pecado aquele que não encontrou isen­to da fraqueza dos mortais.”
“Deus não recorreu a Seu poder; mas a Sua justiça. Pois o antigo inimigo, em seu orgulho, reivindicava com certa razão seu direito à tirania sobre os homens e oprimia com po­der não usurpado aqueles que havia seduzido, fazendo-os pas­sar voluntariamente da obediência aos mandamentos de Deus para a submissão à sua vontade. Era portanto justo que só per­desse seu domínio original sobre a humanidade sendo venci­do no próprio terreno onde vencera”.
“Conhecendo o veneno com que corrompera a natureza humana, jamais (o demônio) jul­gou isento do pecado original aquele que, por tantos indícios, supunha ser um mortal. Obstinou-se pois o salteador impru­dente e cobrador insaciável em se insurgir contra aquele que nada lhe devia; mas, ao perseguir n’Ele a falta original comum a todos os outros homens, ultrapassa os direitos em que se apoi­ava, exigindo daquele em quem não encontrou vestígio de culpa a pena devida ao pecado.”
“Fica portanto anulada a sentença (cf. Cl 2,14) do pacto mortal que ele havia maldosamente ins­pirado e, por ter exigido contra a justiça além do que era devi­do, todo o débito é cancelado. Aquele que era forte é amarra­do com seus próprios laços. (…) O príncipe deste mundo é acorrentado, são-lhe tirados seus instrumentos de captura (…) a morte é destruída por outra morte, o nascimento renovado por outro nascimento, porque ao mesmo tempo a redenção põe fim a nosso cativeiro, a regeneração transforma nossa ori­gem e a fé justifica o pecador.”
Ele veio para tirar o homem das trevas e o mundo da desgraça; Ele veio para nos devolver a vida que nunca acaba; Ele veio para dar sentido a todas as coisas.
Celebrar o seu Natal é se alegrar com sua chegada e o receber com um coração puro e disposto a fazer a sua vontade.

Jovem, levanta-te e anda!

“Aproximando-se, tocou no caixão, e os que o carregavam pararam. Ele ordenou: 'Jovem, eu te digo, levanta-te!'” (Lucas 7, 14).   

Estamos prestes a concluir mais um ano. Tenho certeza de que todos nós travamos muitas batalhas, alcançamos vitórias e sofremos, infelizmente, algumas derrotas, pois a nossa vida é, e sempre será, uma luta diária. Todos os dias temos que dar respostas diferentes, enfrentar os desafios que nos são propostos, ultrapassar nossos limites, vencer nossas misérias. E isso não será diferente em 2014.


Talvez, neste ano de 2013, você tenha ficado mais tempo no "chão da derrota" do que no "pódio da vitória". Não se desespere! Não perca o ânimo. O ano já está se acabando e um novo tempo se aproxima na sua vida.  

Ao olharmos para a Palavra de Deus escrita acima, somos convidados a tomar algumas atitudes. Primeiramente, é preciso parar. Sim! Parar o "cortejo fúnebre" e o "caixão" que o estava levando para o "cemitério". Não sei qual o tipo de "caixão" que o prende: se é seu vício nas drogas, no álcool, pornografia, mentiras, roubo, frieza de coração, etc. O que importa é que você tenha a coragem de dar um basta a essa vida, a coragem de parar. Aproveite este fim de ano e preparação para o Natal, para, ao "parar", buscar o sacramento da reconciliação e fazer uma boa confissão, limpar a alma e o coração, preparar a casa para receber Jesus. 


Segundo, é preciso ouvir a voz de Jesus. Escutar a voz do Senhor, permitir que Ele, ao tocar na sua vida e falar ao seu coração, lhe dê um novo ânimo para viver. Ouvir a voz do Senhor quer dizer: rezar! Volte a ter uma vida de oração e participação nos sacramentos na sua comunidade paroquial.

Por fim, devemos nos levantar. Levantar-nos pela graça de Deus, pelo poder de Jesus e pelo nosso empenho de escrever uma nova história. Depois de ficarmos de pé nos resta andar, caminhar, trilhar o novo caminho da nossa vida com Cristo.

É isso que Jesus quer fazer com cada um de nós no fim deste ano, de forma a nos preparar para o Natal e nos iluminar para começarmos o ano 2014 de forma diferente, com as mesmas lutas, ou ainda maiores, porém, com muito mais vitórias.

Não tenha medo! Escute o Senhor Jesus que lhe diz: “Jovem, levanta-te e anda!”
Emanuel Stênio
Missionário da Comunidade Canção

domingo, 22 de dezembro de 2013

Jesus Cristo é o único Senhor

Jesus Cristo é o maior líder da humanidade em todos os tempos; os cristãos são hoje cerca de dois bilhões no mundo. Nunca um líder teve tantos seguidores. Ele não é um mito, pois um mito não arrasta uma multidão atrás de si, por dois milênios seguidos. Ele é o Senhor. Rei dos reis. Deus do universo.
O Papa João Paulo II disse na encíclica “Jesus Cristo, Redentor do Homem”, que: “O mistério do homem só se esclarece verdadeiramente no mistério do Verbo Encarnado. Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6), e sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um mistério insondável, um enigma indecifrável. Sem a verdade de Jesus, “a luz que ilumina todo homem que vem a este mundo” (Jo 1,9), o homem não é verdadeiramente livre, e não tem uma consciência esclarecida para viver a vontade que Deus manifesta nos Mandamentos.”“A luz da face de Deus resplandece em toda a sua beleza no rosto de Jesus Cristo, “imagem do Deus invisível” (Cl 1,15), “resplendor da sua glória” (Hb 1,3), “cheio de graça e de verdade” (Jo 4,6). Por isso, a resposta decisiva a cada interrogação do homem, e particularmente às suas questões religiosas e morais, é dada por Jesus Cristo.”
Jesus é verdadeiramente Homem e verdadeiramente Deus; por isso, só Ele pode ser o Salvador do homem e do mundo.
“Ele é o esplendor da glória de Deus e expressão do seu ser” (Hb 1,3). Nele está a imagem visível do Deus invisível. Ele veio, como Irmão, para nos salvar, não só no sentido de nos levar para o céu após a morte, mas também para nos dar a paz neste mundo.
A bordo do navio que o levou pelo rio Reno rumo à Catedral de Colônia, na Jornada Mundial da Juventude, o Papa Bento XVI disse a centenas de milhares de jovens: “Cristo não tira nada do que tem de formoso e grande em vós, mas sim leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo.”
Os inúmeros milagres e curas que Jesus realizou mostram isto, e a cruz que suportou por nós, confirma que Ele é o bom Pastor “que dá a vida pelas suas ovelhas.” (Jo 10,11).
Essa ovelha é cada um de nós; é você. Jesus diz a nós hoje: “Eu vim para que as ovelhas tenham a vida e para que a tenham em abundância. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, será salvo; tanto entrará como sairá e encontrará pastagem (…)
Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim.” (Jo 10,10-18).
Os quatro Evangelhos, autenticados pela mais severa crítica racionalista dos séculos passados, mostram a divindade de Jesus Cristo. Renan, Harnack, Rousseau, Voltaire e outros inimigos viscerais da fé católica, comprovaram a autenticidade dos Evangelhos; são eles que provam a divindade de Jesus Cristo.
Encontramos neles mais de quarenta grandes milagres que Jesus fez, para deixar claro a sua divindade. São as suas “credenciais divinas”. Ninguém pode oferecer essas credenciais aos homens; só Jesus de Nazaré.

Fonte: Prof: Felipe Aquino

Nota sobre a reunião do Secretariado de Pastoral do Regional NE-2 da CNBB – 15/05/2018

Na última terça-feira, dia 15 de maio, na sede do Regional NE 2 da CNBB, aconteceu a primeira reunião ordinária conjunta do Conselho Epis...